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Pesca esportiva em Corumbá é vivenciar a vida pantaneira no curso do rio

jul 24, 2023 | Notícias

Organizar um pesque-solte no Pantanal de Corumbá, em família ou entre amigos, não se resume simplesmente em passar cinco dias desfrutando do melhor serviço de bordo e da comodidade dos barcos-hotéis e sentir a emoção de fisgar um peixe nativo, como o dourado, o pintado e o pacu.

O passeio vai muito além: o pescador esportivo vai ao encontro das belezas naturais da região e vivenciará os costumes e tradições na viagem ao longo do Rio Paraguai.

Ao chegar a Corumbá, conhecida como Capital do Pantanal – é o maior município do bioma em seus 65 mil km² de extensão, a vida pantaneira já pulsa da barranca do rio, de frente para o centenário Casario do Porto.

Pescadores artesanais em suas canos-de-um-pau-só se equilibram na busca do peixe e da sobrevivência, com a sabedoria do biguá que está sobrevoando no entorno também em busca do alimento do rio. Quando o cardume passa, todos se fartam!

O roteiro de pesca esportiva oferecidos pelas operadoras associadas à ACERT (Associação Corumbaense das Empresas Regionais de Turismo) estende-se por mais de 250 km rio acima (sentido Norte, na divisa com Mato Grosso), a partir do porto da cidade de Corumbá, onde ocorre o embarque após checagem de acomodações, traia de pesca e segurança. Os barcos-hotéis, com capacidade de 6 até 60 pessoas, são vistoriados pela Capitania dos Portos do Pantanal – Marinha do Brasil.

Vai “boieiro” rio abaixo…

A viagem pelo sinuoso Rio Paraguai até os pontos tradicionais de pesque-solte é um diferencial que o pescador não encontra em outra região. Ao longo do trecho, as barrancas do rio chamam a atenção pela presença das comunidades tradicionais (que vivem da pesca e da pequena agricultura e animais), sedes de grandes fazendas e as escolas das águas mantidas pelo município ou associações, onde as crianças ribeirinhas estudam em sistema de internatos.

O barco-hotel passa pela Ilha do Tagiloma, um local espraiado onde moradores da cidade curtem os fins de semana para lazer e pesca esportiva, e mais a frente surgem os primeiros aglomerados dos chamados povos das águas, com suas pequenas embarcações movidas por rabetas, e os embarcadouros de gado. Os “boieiros”, presentes na música do cantor Almir Sater, substituem as comitivas pantaneiras nas cheias do Pantanal para superar as longas jornadas até a cidade.

O roteiro de pesca esportiva oferecidos pelas operadoras associadas à ACERT (Associação Corumbaense das Empresas Regionais de Turismo) estende-se por mais de 250 km rio acima (sentido Norte, na divisa com Mato Grosso), a partir do porto da cidade de Corumbá, onde ocorre o embarque após checagem de acomodações, traia de pesca e segurança. Os barcos-hotéis, com capacidade de 6 até 60 pessoas, são vistoriados pela Capitania dos Portos do Pantanal – Marinha do Brasil.

Vai “boieiro” rio abaixo…

A viagem pelo sinuoso Rio Paraguai até os pontos tradicionais de pesque-solte é um diferencial que o pescador não encontra em outra região. Ao longo do trecho, as barrancas do rio chamam a atenção pela presença das comunidades tradicionais (que vivem da pesca e da pequena agricultura e animais), sedes de grandes fazendas e as escolas das águas mantidas pelo município ou associações, onde as crianças ribeirinhas estudam em sistema de internatos.

O barco-hotel passa pela Ilha do Tagiloma, um local espraiado onde moradores da cidade curtem os fins de semana para lazer e pesca esportiva, e mais a frente surgem os primeiros aglomerados dos chamados povos das águas, com suas pequenas embarcações movidas por rabetas, e os embarcadouros de gado. Os “boieiros”, presentes na música do cantor Almir Sater, substituem as comitivas pantaneiras nas cheias do Pantanal para superar as longas jornadas até a cidade.